Após a tragédia do
Meco todos se lembram da intensa investigação que a TVI fez com ajuda da sua
jornalista Ana Leal que entre coisas, teve acesso às mensagens que foram
trocadas entre os jovens estudantes. Mensagens estas carregadas de banalidade,
coisas comum no dia-a-dia de um jovem. Coisas como: “Já cheguei”, “Podes descer”,
“Dá-lhe bebida que isso passa”, “Tás vivo?” Coisas normais. Posto isto, acabei
de receber uma mensagem de um amigo com o seguinte: “Então meu, estás vivo?”; Se
me acontecer alguma coisa, por favor, não mostrem isto à Ana Leal.
Reza para que eu não morra, puto. Senão a Ana Leal vai trucidar-te.
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